03/11/2022

Euforia desmedida

Impressionante como bastam as vitórias e alguns objetivos cumpridos, nomeadamente a Champions, para a maioria dos Benfiquistas ter enfiado no bolso o tema da auditoria, o apoio ao Proença, os abraços a Pinto da Costa, os casamentos pagos com dinheiro do Benfica e um sem número de assuntos mal explicados.


O benfiquista é assim, se o clube ganha está tudo bem e tudo é legitimo, quando se perde está tudo mal e é preciso uma vassourada.

Manter Rui Costa no poder e sustentar a sua posição é apenas uma maneira do sistema validar o ataque que vai ser feito ao Benfica através da centralização dos direitos televisivos, mas como vamos estar todos no marquês (felizmente) ninguém vai reparar nisso e a hipoteca ao nosso clube vai ser validada e até aplaudida com honras de distinção. Já diz o ditado: 

"Com papas e bolos se enganam os tolos"

Rui Costa outrora visto como o digno sucessor d'el Rey Vieira "o Magnânimo", apelidado por alguns como o "maior presidente da história do Benfica" foi usado como trunfo eleitoral e como acessório de decoração na sala de troféus do Rei que derivado do espaço vago era necessário preencher. Rui, benfiquista do coração, aceitou o papel reservado para si talvez com a esperança de chegar ao lugar maior dentro do organigrama dessa empresa complexa e que apenas pode ser governada por alguns que é o Benfica.

Premeditado ou não, Rui "o Principe herdeiro" é agora aclamado pela multidão que no futuro o vai condenar quando este não for mais útil ao sistema e for queimado em lume brando quiçá relembrando que os crimes praticados são uma cópia barata dos crimes do seu antigo mestre e mentor.





Mudança de hábitos?

As ultimas transferências vieram mostrar uma nova maneira de trabalhar, um horizonte alargado em que as compras realizadas parecem ter um pr...